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“Casamento é coisa de hétero, arrumem um outro nome”, pede Malafaia

O pastor Silas Malafaia, do Ministério Vitória em Cristo, usou as redes sociais para comentar uma decisão do Tribunal de Direitos Humanos ...

domingo, fevereiro 19

“Casamento é coisa de hétero, arrumem um outro nome”, pede Malafaia

O pastor Silas Malafaia, do Ministério Vitória em Cristo, usou as redes sociais para comentar uma decisão do Tribunal de Direitos Humanos de Estrasburgo, na França. Ele leu a maior parte do acórdão da decisão da maior corte do mundo sobre direitos humanos.
Lembrou que essa decisão foi ignorada pela grande mídia do Brasil, que geralmente tenta esconder qualquer notícia que vai contra a agenda LGBT. A postura do pastor não é contra a união civil, algo reconhecido pelo STF desde 2013, mas pela insistência no uso do termo ‘casamento’.
O líder religioso enfatizou que o tribunal, que reúne 47 juízes, um de cada país do Conselho da Europa decidiu por unanimidade que “não existe o direito ao casamento homossexual”. Isso coloca por terra o argumento recorrente usado pela militância que sua legalização seria uma questão de direitos humanos.
O acórdão, que já foi amplamente divulgado pela imprensa europeia anos atrás, baseia-se em    considerações filosóficas e antropológicas, baseados na ordem natural, senso comum, relatórios científicos e, claro, no direito positivo. A questão dogmática ou religiosa não foi levada em conta.
A sentença baseou-se no artigo n°12 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos.  Em sua resolução, o Tribunal decidiu que a noção de família só contempla “o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher”, mas também que não devem ser impostas a governos a “obrigação de abrir o casamento a pessoas do mesmo sexo”.
Usando também o princípio da não-discriminação, o Tribunal sediado em Estrasburgo também acrescentou que não existe qualquer discriminação, já que “os Estados são livres de reservar o casamento apenas a casais heterossexuais.”
Como lhe é característico, Malafaia aproveitou para mandar um recado aos militantes LGBT que insistem no reconhecimento. “A casa caiu! Casamento é coisa de heterossexual. Arrumem um outro nome”, disparou.
Assista:
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“Carnaval gospel” cresce no país e divide opiniões

Fonte: Gospel Prime
As igrejas mais tradicionais costumam fazer retiros espirituais durante o Carnaval, feriado cujo nome significa, literalmente, “festa da carne”. Mas há denominações que decidem aproveitar a multidão para pregar a palavra. Essa postura gera divisão entre muitos líderes.
O teólogo Marcelo Rebello, 44, explica que deveria prevalecer o bom senso: “O crente não tem que ir para o meio do povo e dizer que [os que bebem e se pegam] vão pro inferno”.
Presidente da Associação Brasileira de Empresas e Profissionais Evangélicos, Rebello também lembra que a festa nas suas origens era “muito atrelada a candomblé e umbanda” e como o crente “serve a um Deus único”, essas entidades (orixás) seriam uma afronta a evangélicos.
Mesmo assim, o “Carnaval evangélico”, onde geralmente não se bebe álcool, parece ganhar força nas ruas do país.

São Paulo

Um dos blocos mas ativos é da Bola de Neve Church. A ponto de a prefeitura de Santos instituir, via lei municipal de 2014, o Dia do Evangelismo de Carnaval Bola de Neve.
Este ano, ela oferece os tradicionais uniformes de blocos, “abadás”, por R$ 30 (dinheiro) ou R$ 35 (cartão). Os fiéis reunidos numa espécie de “esquenta” na semana passada entoavam adaptações evangelizadoras de sambas e sucessos da música pop. Por exemplo, “Pelados em Santos”, do Mamonas Assassinas, teve o refrão mudado para “Jesus me deixa doidããããão”.
Cerca de 80% dos batuqueiros da Bola são ex-membros de torcidas organizadas. A estimativa é do corintiano Rodney Lopez, 35. Ele foi da Gaviões da Fiel, mas quando se converteu em 2006 preferiu entrar para a bateria da igreja. “Quando conheci Deus, algo fazia falta. Queria fazer o que fazia no mundo, mas dentro da igreja”, explica.
Todo os anos, a bateria da igreja percorre cerca de 10 km da orla santista. No ano passado, segundo o Corpo de Bombeiros, foram 18 mil pessoas. A festa deste ano, programada para dia 25, terá food truck, palco com música eletrônica e 12 camarotes para 14 pessoas (R$ 3.000 cada espaço), revela o pastor Eric Viana, 40, idealizador da Batucada Abençoada.
Durante um sermão recente, brincou com a plateia: “Quem é solteiro aqui? Então compra logo dois [abadás]!”. Em entrevista à Folha de São Paulo lembrou que começou a bateria por acreditar que não fazia sentido se isolar num retiro enquanto cidades eram tomadas por “toda a negatividade do Carnaval mundano”.
Entre os exemplos disso, aponta gravidez indesejada, motoristas alcoolizados, latinhas de cerveja na rua e namoros que terminam.
“A gente se sentiu bastante egoísta em viver a alegria de Deus refugiado disso tudo”, diz Viana, ex-metaleiro e usuário de drogas que mudou de vida ao conhecer Jesus 25 anos atrás. “Só depois percebi que a transformação não era por fora.”

Bahia

Já em Salvador, o bloco evangélico da Igreja Batista Missionária da Independência, marcará presença no Pelourinho este ano novamente. O destaque é a presença do funkeiro gospel Tonzão, do hit “Passinho do Abençoado”. Também estarão se apresentando o pagodeiro Waguinho, ex-Os Morenos, e o cantor Lázaro, ex-Olodum. No “abadeus” (abadá) do Sal da Terra, o mote é: “Jesus é a nossa alegria”.

Rio

No Rio de Janeiro, a Igreja Batista Atitude desfilará na orla do Recreio dos Bandeirantes o bloco Sou Cheio de Amor, como faz desde 2013.

Divisão

O exemplo mais recente de como essa questão gera divisão foi o cancelamento do polo gospel no Carnaval de Olinda (PE), um dos maiores do Brasil. Cerca de uma semana após ser anunciado, a união de fé e folia recebeu críticas de igrejas tradicionais.
Um dos elementos decisivos foi o posicionamento contrário da bancada evangélica da Assembleia Legislativa pernambucana. O deputado estadual Adalto Santos (PSB) reclamou ao prefeito, que também é evangélico, sobre o “prejuízo espiritual” do evento.
O pastor Josildo Ferreira, ligado ao Movimento Missões Urbanas Brasil, que idealizou a versão gospel do Carnaval, explica que a opção será distribuir 10 mil Bíblias durante os dias do feriado.
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Caixa faz 356 mil atendimentos no 1º sábado de consultas sobre FGTS

Fonte: G1
Caixa Econômica Federal realizou 356 mil atendimentos neste sábado (18), no 1º dia de funcionamento no fim de semana para tirar dúvidas dos trabalhadores sobre o saque de contas inativas do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).
Quase 2 mil agências do banco abriram das 9h as 15h, e o movimento foi considerado tranquilo, sem muitas filas, em São PauloPernambuco e no Acre. A Caixa vai abrir 1.891 agências em outros 4 sábados para esclarecer dúvidas: 11 de março, 13 de maio, 17 de junho e 15 de julho.
De acordo com a Caixa, cerca de 1,4 milhão de trabalhadores interessados em obter informações sobre o FGTS foram atendidos, desde a divulgação do calendário de pagamentos na última terça-feira (14).
A liberação dos saques das contas inativas do FGTS é uma das estratégias do governo para tentar reaquecer a economia brasileira, que passa por período de recessão, com alta da inadimplência e da taxa de desemprego. A estimativa do governo é de que os saques tenham um impacto de R$ 30 bilhões a R$ 35 bilhões na economia.
Economistas avaliam que os saques das contas inativas do FGTS podem ajudar a reduzir a inadimplência, mas terão um impacto limitado para reaquecer o comércio. Eles acreditam que parte desses recursos será usada para quitar dívidas, enquanto o restante deve ir para o consumo e aplicações financeiras.
Calendário do FGTS 620 (Foto: Arte/G1)Calendário do FGTS 620 (Foto: Arte/G1)
Calendário do FGTS 620 (Foto: Arte/G1)

Saques do FGTS

O governo anunciou em dezembro que os trabalhadores com contas inativas do FGTS até o fim de 2015 terão direito a sacar o dinheiro.
Os resgates obedecerão a um calendário de saques que terá início no dia 10 março e será encerrado no fim de julho, de acordo com o mês de aniversário. Uma conta fica inativa quando deixa de receber depósitos da empresa devido ao fim do contrato de trabalho.
O saque do FGTS inativo poderá ser feito pelos trabalhadores que pediram demissão ou foram mandados embora por justa causa até dezembro de 2015.
A partir de março, mais de 30 milhões de trabalhadores terão direito a retirar o dinheiro. De acordo com o governo, são mais de R$ 43 bilhões parados nessas contas e o governo calcula que, desse total, R$ 34 bilhões serão sacados por trabalhadores até 31 de julho.
O saque obedecerá a um calendário de acordo com a data de nascimento do beneficiário. Devido à liberação do dinheiro, a Caixa Econômica Federal disponibilizou o site exclusivo para informações e consultas de saldos somente das contas inativas: www.caixa.gov.br/contasinativas, e o telesserviço 0800 726 2017.
O interessado pode ainda acessar as informações pelo aplicativo da Caixa, mas nesse caso aparecerão também as contas ativas do FGTS.
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Horário de verão acaba e relógio deve ser atrasado em 1 hora

Fonte: G1
O horário de verão terminou à 0h deste domingo (19) após quatro meses em vigor. Quem está nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste deve atrasar os seus relógios em uma hora.
O horário de verão começou a valer em 16 de outubro do ano passado. O objetivo da medida é permitir um aproveitamento maior da luz solar durante o verão, e reduzir o consumo de energia em um dos horários de pico de demanda, que ocorre por volta de 18h.
Horário de verão termina à 0h deste domingo (19) (Foto: Arte/G1)Horário de verão termina à 0h deste domingo (19) (Foto: Arte/G1)
Horário de verão termina à 0h deste domingo (19) (Foto: Arte/G1)
A previsão do Ministério de Minas e Energia era que o horário de verão 2016/2017 mantivesse a média de redução do consumo no horário de pico em 4,5% e diminuísse em 0,5% o consumo geral de energia. O balanço final da economia durante esses meses, no entanto, só será divulgado na próxima semana.
Apesar de parecer pouco, a energia que deixa de ser consumida nesse período é suficiente para atender a uma cidade como Brasília, que tem 2,8 milhões de habitantes.
No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase meio ano - de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932. No verão seguinte, a medida foi reeditada e durou o mesmo tempo da primeira versão.
Desde 1985, o horário de verão vigorou no país todos os anos, mas no passado houve anos em que a medida não foi adotada. A duração também varia, mas, em média, tem sido de 120 dias nos últimos 20 anos. A partir de um decreto 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente.
Em 2016/2017, o horário de verão foi adotado nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo, além do Distrito Federal.
O horário de verão de 2017/2018 começa no dia 15 de outubro.
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